Escola Portátil

(foto Silvana Marques)

A Escola Portátil de música é referência no ensino da música através da linguagem do choro.

NÚCLEO URCA
As aulas acontecem somente aos SÁBADOS, na UNIRIO (Av. Pasteur 436, Urca), entre 8h30 e 13h30 (exceto Canto Coral, até 15h30).
As aulas, sejam práticas, teóricas ou de instrumentos, têm 55 minutos de duração.
Este Núcleo ainda conta com aulas livres, oferecidas a todos os inscritos: Apreciação Musical, Roda de Choro e o ensaio do Bandão, uma grande orquestra formada por todos os alunos, iniciantes ou avançados. 
Para conhecer os pacotes disponíveis para o NÚCLEO URCA clique AQUI EM BREVE

NÚCLEO CASA DO CHORO
As aulas acontecem de segunda a sexta na CASA DO CHORO (Rua da Carioca 38, Centro).
As aulas, sejam práticas, teóricas ou de instrumentos, têm 80 minutos de duração.
Para conhecer os horários da turmas e os pacotes disponíveis para o NÚCLEO CASA DO CHORO clique AQUI EM BREVE

CURSOS E PROFESSORES
Acordeon – Kiko Horta
Apreciação Musical e Historia do Choro – Luciana Rabello
Bandolim – Pedro Amorim e Maycon Julio
Baixo acústico – Jorge Oscar
Bateria – Oscar Bolão
Canto – Amelia Rabello
Canto Coral – Ignez Perdigão, Evelyne Garcia e Rui Oliveira
Cavaquinho – Luciana Rabello, Jayme Vignoli, Ana Rabello e Saulo Ligo
Clarineta e saxofone –  Pedro Paes e Rui Alvim
Flauta – Naomi Kumamoto, Maria Souto e Tomaz Retz
Harmonia, Leitura Rítmica e Percepção Musical – Bia Paes Leme, Ignez Perdigão, Marcílio Lopes e Rui Oliveira
Musicalização infantil – Paula Borghi
Pandeiro – Celsinho Silva, Eduardo Silva, Magno Julio e Gabriel Leite
Percussão – Marcus Thadeu e Magno Julio
Piano – Cristovão Bastos, Fernando Leitzke e Evelyne Garcia
Trombone – Thiago Osório
Trompete – Nailson Simões e Aquiles de Moraes
Técnica Vocal - Estela Manfrinato
Violão – Mauricio Carrilho, Luiz Flavio Alcofra, Paulo Aragão, Iuri Bittar, Paula Borghi, Lucas Porto, Marlon Júlio, Anna Paes, Rafael Mallmith e Julião Pinheiro


HISTÓRICO
Criada por músicos de choro em 2000 a partir da necessidade de passar adiante seus conhecimentos sobre o gênero, a Escola Portátil de Música vem, desde então, protagonizando uma história de crescimento e sucesso. O que começou com cerca de cinqüenta alunos na Sala Funarte passou para perto de cem na UFRJ, em seguida o número de interessados mais que triplicou no casarão da Glória, e hoje em dia, no campus da Uni-Rio na Urca, são 34 professores e cerca de 1.100 alunos de flauta, clarinete, saxofone, trompete, trombone, contrabaixo, violão, cavaquinho, bandolim, pandeiro, percussão, piano e canto — sem falar das aulas de apreciação, história do choro, acompanhamento de samba,  teoria musical, harmonia, arranjo, composição, prática de conjunto etc. A formação musical oferecida pela Escola Portátil de Música é completa (teórica e prática), dando ao aluno formado a possibilidade de trabalhar dentro de qualquer estilo musical, não apenas do choro. Por isso tantos candidatos buscam se matricular a cada ano, atraídos pela proposta inédita de promover a educação musical por meio da linguagem do choro. O objetivo da EPM é dar ao aluno fundamentos educacionais, profissionais, sociais e emocionais, para que ele possa trilhar uma carreira de sucesso e uma vida produtiva como artista e como cidadão. Um grande diferencial da EPM consiste no fato de seus professores serem músicos profissionais atuantes no mercado e de respeitada notoriedade.

E não somente os alunos são atraídos pelos sons que vêm da Escola Portátil. Uma legião cada vez maior de fãs, admiradores e entusiastas vem se beneficiando dos efeitos positivos disseminados a partir da EPM. O ensaio aberto semanal do Bandão — provavelmente o maior regional do mundo, que reúne todos os alunos da escola — já virou, graças ao boca-a-boca, uma mistura entre programa carioca de sábado e atração turística informal. Ali, aos pés do Morro da Urca, curiosos e amantes da boa música comparecem toda semana para ouvir os arranjos especialmente feitos para o grupo, seja de clássicos da música brasileira, seja de composições inéditas. 

Além do Bandão, outros grupos nasceram na EPM e hoje atuam no circuito cultural do estado. Entre eles, destacam-se a Furiosa Portátil – banda com ênfase nos metais, responsável por performances realmente furiosas e arrebatadoras —, a Camerata Portátil — composta de violões, cavaquinhos, bandolins, flautas, clarinetes e percussão — o Regional Carioca, hoje com 2 cds lançados no mercado -  e ainda os Matutos de Cordeiro — jovens e talentosos músicos dessa pequena cidade da região serrana, que também já gravaram um disco próprio. Tão importantes quanto esses conjuntos, que já atuam profissionalmente, são os pequenos regionais criados informalmente na escola. É por meio desses grupos, presentes nos quintais, nos bares, nas casas, nas ruas, que se faz a maior e mais espontânea divulgação do choro, esse gênero essencialmente brasileiro, que já conta mais de 150 anos.

Aberta a todos os interessados, com resultados de amplo alcance social, comprometida com a disseminação de uma das maiores riquezas da cultura brasileira, a Escola Portátil de Música é patrocinada pela Petrobras, como projeto convidado. Graças ao patrocínio, as aulas são gratuitas, cabendo aos alunos apenas o pagamento de uma taxa semestral 
administrativa. A EPM oferece mais de 10% de suas vagas a bolsistas.

A Escola Portátil é uma iniciativa do Instituto Casa do Choro, que promove também, anualmente, no período de férias de verão, o Festival Nacional de Choro e no periodo de inverno o Festival de Inverno. Os festivais reunem, durante oito dias, músicos brasileiros e estrangeiros, amadores e profissionais, para uma rotina de aulas, workshops, shows, palestras, vídeos etc. Ao reunir estudantes, profissionais e amadores em um mesmo ambiente por oito dias, o festival promove um encontro inédito, um intercâmbio de experiências que não tem equivalente no país. Desta forma, transforma-se em um ambiente propício à troca de informações sobre o que acontece em todo o Brasil em relação ao choro, e a projetos que utilizem a música como veículo. Dessa troca de informações resultam iniciativas em todo o país e até no exterior, que evidenciam o potencial multiplicador do festival. No ano de 2016, a EPM realizou o VII Festival Nacional de Choro e em julho de 2018 a primeira edição do Festival de Inverno.

Uma das grandes iniciativas do Instituto Casa do Choro foi o desenvolvimento de projeto que levou a EPM para diversos núcleos culturais em áreas de baixo poder aquisitivo e de total carência de atividades educativas e culturais. Infelzmente, este projeto foi descontinuado e as comunidades do Canta Galo, da Rocinha, de Manguinhos e do Complexo do Alemão, estão desativados. Num processo de profissionalização dos alunos formados pela EPM, foram selecionados os que tiveram melhor aproveitamento para ministrar aulas nesse projeto, com o mesmo conteúdo didático do Núcleo Fixo da Urca.

A EPM e sua didática foram tema de diversas teses de mestrado e doutorado, no Brasil e no exterior e é cada vez maior o número de músicos profissionais estrangeiros que se instalam no Brasil para estudar aqui. Prova disso foi a criação de uma filial da EPM no Conservatório de Música de Rotterdam, na Holanda, por iniciativa de um músico local que foi aluno da EPM! 

Graças ao convênio firmado com a UNIRIO – a mais importante faculdade de música do Rio, a EPM é ainda um curso de extensão da graduação em música daquela entidade.


EQUIPE DA ESCOLA PORTÁTIL DE MÚSICA
Coordenadores: Luciana Rabello, Mauricio Carrilho, Paulo Aragão e Jayme Vignoli
Coordenador de produção: César Carrilho
Produção executiva: Ana Rabello e Soraya Nunes  
Assistente de produção: Georg Hofer

Mídias:

 

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