Regional Segura o Dedo, homenagem a Manoel Moraes

Event Info

19:00
19/10/2017
Auditório Radamés Gnattali

 O show Regional Segura o Dedo Interpreta Manoel Moraes propõe um passeio pela obra instrumental do bandolinista e saxofonista.

 

Sobre Manoel Moraes (Bandolinista e Saxofonista)

Nascido em Niterói/RJ, Manoel Moraes da Silva (OMB nº429), desde muito jovem interessou-se pela música instrumental, vindo a aprender o bandolim e, mais tarde, o saxofone.Em 1950 apresentou-se pela primeira vez, com 10 anos de idade, no Teatro Municipal de Niterói, e no extinto Cassino Icaraí. Em 1956 ingressou no curso de música fundado pelo professor Wagner Ramos Baeta, em Rio do Ouro/RJ. Em 1964 participou da banda da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro como clarintetista. Em 1988 recebeu o certificado de conclusão do curso de teoria musical do Conservatório Brasileiro de Música. Em 1965 começou suas participações, com o conjunto "The Rainbows", em gravações, bailes, shows e programas da TV Continental do Rio de Janeiro. Foi ensaiador e arranjador, em 1975, do conjunto "Gurisom" de Niterói.Em 1986 fundou a Banda de Música do Município de Apiacá, no Espírito Santo e, a seguir, criou dois programas na Rádio Bom Jesus, no município de Bom Jesus do Itabapoana/RJ: "Papo de Seresta" e "Bandas e Retretas". Participou, por 25 anos, do show mensal de seresta e chorinho denominado "Mesa de Botequim", na AABB/Niterói. Gravou um CD instrumental, com choros e serestas, denominado "A versatilidade de Manoel Moraes" (2000). Participou de gravações de vários instrumentistas, incluindo o bandolinista Ronaldo Santos, e o violonista Tony Azeredo. Entre outros cantores, gravou com: Antônio João, Almanyr Greco, José Assad, Judy Barcelar, Célia Silva, Ronaldo Rossi, Dillo Vasconcellos, Thaizinho, João Mossoró, etc.

O regional vem desenvolvendo um importante trabalho de divulgação da obra de Manoel Moraes, se apresentando em importantes centros culturais da cidade do Rio de Janeiro. Para o grupo, as obras do compositor são pouco conhecidas e, consequentemente, pouco tocadas em rodas de choro o que torna o trabalho uma importante ferramenta para que esse cenário se reverta e Manoel Moraes possa ter ainda mais espaço no repertório dos chorões.                                                                                    

     

   


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