Memória, arte e formação musical

Fundado por um grupo de músicos, produtores e artistas em 1999, o Instituto Casa do Choro foi criado com o intuito de preservar a memória da música popular carioca, em especial o choro. A instituição também atua na propagação da arte e na formação de público e de profissionais da música através da Escola Portátil de Música, por onde já passaram mais de 10 mil alunos, no Brasil e do exterior.

 

O Instituto é presidido pela cavaquinista, compositora e produtora Luciana Rabello, que há mais de quarenta anos trabalha e defende essa cultura. O vice-presidente é o compositor, arranjador e violonista Mauricio Carrilho que, assim como Luciana, trabalha em prol da divulgação e preservação do gênero desde 1976. Na diretoria do Instituto estão ainda os nomes dos músicos Jayme Vignoli e Paulo Aragão. A Casa do Choro está localizada num imóvel tombado na Rua da Carioca número 38, cedido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, no coração da cidade maravilhosa.

 

Natural do Rio de janeiro, berço do choro, a Casa do Choro se consolida como centro de referência para músicos, pesquisadores e amantes do choro de todo o Brasil e do mundo, com seu vasto acervo de mais de 15 mil partituras de compositores dedicados ao gênero desde o século XIX, mais de 2 mil discos de 78 rotações e LPs, além de extenso material bibliográfico e iconográfico. Toda a catalogação, digitalização e editoração deste acervo - assim como toda a estrutura necessária à sua disponibilização ao público -  teve o patrocínio do BNDES. O acervo preserva a memória do gênero abrigando obra e itens de diversos nomes do cenário musical brasileiro como: Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Irineu Batina, Mário Alvarez da Conceição, Pedro Galdino, Henrique Alves de Mesquita, Anacleto de Medeiros, Satiro Bilhar, Joaquim Callado, Guilherme Cantalice, Galdino Barreto, Capitão Miguel Rangel e Eurico Batista e Pixinguinha. 

Desenvolvido pelo Laboratório Ipê.